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Esperança para as Ilhas Malvinas já é uma realidade

Voluntários fazem amizade com população e levam mensagem bíblicaIlhas Malvinas …  [ASN] Com o propósito de levar esperança às Ilhas Malvinas nasceu a ideia de se abrir um projeto de extensão da Universidade  Adventista do Chile (UNACH), inicialmente por um período de dois anos. Foi uma oportunidade que Leonard e Linda Westermeyer não deixaram passar ao aceitar o grande desafio de ir a terras longínquas como missionários de ultramar. O casal vive atualmente em Stanley, capital das Ilhas Malvinas. Através de relações interpessoais, eles já estão realizando, há sete meses, uma obra evangelística com os habitantes do lugar.
Um dos primeiros missionários nas Ilhas foi o pastor Benoni Cayrus que , em 1974, batizou Christopher Spall, filho de uma enfermeira missionária na África. Após seu batismo, Spall começou a distribuir publicações em 140 lares por um bom tempo. Desde então, não mais se ouviu falar deste novo converso, a quem os habitantes do lugar admiravam e cuja religião conheciam.
Nesta parte do mundo, só existia um adventista para cada 3.140 habitantes. No entanto, a dupla missionária decidiu aceitar o desafio de evangelizar as Malvinas.
Como parte da ajuda, dois jovens da universidade do Chile tomaram a decisão de trabalhar  voluntariamente unindo-se à ajuda imediata que se necessita no lugar.  Desta maneira, Lorena Sepúlveda, primeira estudante voluntária nas Ilhas, chegou no dia 11 de agosto. Atualmente, ela  presta serviço à Escola Comunitária, ensinando espanhol, e ao mesmo tempo participa dos Escoteiros, para ganhar a confiança das pessoas.
Além disso, uma semana depois, chegou às Ilhas um jovem chamado Sérgio, com o propósito de colaborar durante uns quatro meses com o lançamento da estação de televisão e rádio que permitirá combinar o sinal de rádio da UNACH. Para iniciar este sonho, é necessário um custo de cerca de 2.500 dólares americanos. Como parte da união da Igreja Adventista no mundo, já são distintas as instituições que estão colaborando para que este projeto seja uma realidade. Uma delas é a Igreja Adventista na América do Sul, que está financiando o arrendamento do canal durante o projeto.
Outra das maneiras de familiarizar-se com as pessoas originárias do lugar é o que fazem os Westermeyer. Linda ensina inglês aos hispanos que chegam à ilha a trabalho. Eles também estão envolvidos numa atividade chamada The Ramblers (Os Andarilhos), que mensalmente realiza caminhadas de uns 8 quilômetros perto de Stanley. [Equipe ASN, Carolyn Azo]

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