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Alunos de Santo André promovem troca de cigarros por maçãs

Os jovens se reuniram para combater o vício do cigarro

Os jovens se reuniram para combater o vício do cigarro

No dia 28 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo, os alunos do Colégio Adventista de Santo André se mobilizaram em prol da campanha. Eles fizeram uma passeata no calçadão  da cidade, principal centro comercial da região. O objetivo foi fazer com que os fumantes trocassem o cigarro por uma maçã. O lema dos participantes era “troque a nicotina por uma vitamina”, e, segundo a organização do evento, foram ao menos 101 pessoas que realizaram a troca em melhoria à saúde.

O projeto nasceu no coração dos alunos, que estão sempre animados a realizar atividades diferentes, segundo Marizane Fenkse, diretora do Colégio de Santo André. Todos os anos a administração propõem essas ideias e a deste ano foi a passeata contra o fumo. “Eles como jovens, sempre aceitam encarar os desafios”, diz a diretora.

Para incentivar a troca, foram oferecidas maças pela entrega de cigarros

Para incentivar a troca, foram oferecidas maças pela entrega de cigarros

Para Carolina Morais, de 15 anos, que foi às ruas lutar contra o vício do cigarro, oportunidades como essas são maravilhosas. Ao ter a chance de dar mais informações para as pessoas, os alunos estão colaborando para o bem comum de todos. Sem contar que esse trabalho também se assemelha ao de uma personagem conhecida na história. “Estamos fazendo o que Jesus faria; e isso apressa ainda mais a volta dEle”, declara a jovem.

Os participantes saíram com o propósito de reforçar o ânimo daqueles que estão tentando largar o cigarro. Por isso, foram vistos com bons olhos pela maioria das pessoas. Em alguns casos, mesmo quem não era fumante, prestou atenção nas informações que eram passadas, com o fim de instruir amigos e conhecidos relacionados ao problema.

A passeata também contou com a participação do Coral Jovem do Colégio de Santo André. A música atraiu muitas pessoas. “Vimos que com o nosso louvor a gente pode mover muitas coisas; isso foi muito especial”, afirma Stephanie Vieira, de 16 anos.

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