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Escritora aposta na imaginação para pregar sobre eventos finais

O Fim do Começo leva os leitores a pensar em questões determinantes para a salvação

"Contar histórias sempre foi minha paixão", afirma Carolina

“Contar histórias sempre foi minha paixão”, afirma Carolina

Brasília, DF … [ASN] A jornalista e pedagoga Carolina Costa Cavalcanti lançou em 2010 o livro O Fim do Começo, obra de ficção publicada pela Casa Publicadora Brasileira (CPB). A jovem que também é doutora em Educação pela USP conta a história de um pequeno grupo de pessoas que vivem angústias e alegrias antes da volta de Jesus.

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O livro foi inspirado em profecias bíblicas, encontradas nos livros de Daniel e Apocalipse. Em uma linguagem simples e com personagens de perfis variados, apresenta contextos de lugares encantadores do Brasil e algumas surpresas. Carolina tenta mostrar como será a vida das pessoas durante o período que antecede o fim do mundo e o retorno de Cristo.

“Nas ficções, as verdades bíblicas podem ser abordadas de maneira leve, simples e acessível. Além do mais, existem muitas pessoas que não gostam de ler e, por falta de opção, acabam optando por romance seculares que não enriquecem a sua vida espiritual. É necessário dar outras opções para esses leitores”, argumenta Costa.

Ela acredita ser importante estimular jovens autores a produzir livros de qualidade, que tenham uma mensagem embasada em princípios e valores cristãos e que levem esperança. De acordo com a CPB, o Fim do Começo já teve cinco tiragens e desde que foi lançado vendeu quase 12.500 exemplares. Nesta entrevista, Carolina conta como foi inspirada a escrever o livro.

1. De onde surgiu a sua paixão pela escrita?

Contar histórias sempre foi minha paixão. Escrevi o meu primeiro livro de ficção na adolescência, pois tive uma professora de português na sétima série que desafiou os alunos a escreverem um livro durante o semestre. Amei a experiência e nos anos seguintes escrevi mais dois livros de ficção. Estes três livros nunca foram publicados, mas já li as histórias para os meus filhos. Esta paixão pela escrita me levou a cursar a faculdade de Jornalismo.

2. Em relação ao livro O Fim do Começo, de onde surgiu a ideia de escrever a ficção?

Esse foi um projeto missionário que comecei a produzir no ano 2000. Na época, tinha acabado de me formar em jornalismo e ainda não tinha um emprego em período integral. Então decidi que iria escrever um livro. Depois de quatro meses trabalhando no projeto, escrevi metade. No semestre seguinte ingressei no programa de mestrado e comecei a trabalhar em uma universidade. E, por falta de tempo, parei de investir no projeto.

Quando meu primeiro filho nasceu, em 2007, decidi parar de trabalhar. Como ele era um bebê muito calmo, resolvi que iria aproveitar esse período para terminar de escrever o livro. Todas as manhãs, enquanto o bebê dormia, eu escrevia um trecho da história. Naquela época achei que devia adaptar muito daquilo que havia escrito no ano 2000. A minha visão de mundo havia mudado bastante. Não era mais uma jovem recém-formada. Agora era esposa, mãe e profissional. Assim, a história foi adaptada e concluída.

3. Qual a mensagem principal que você quis passar ao escrever este livro?

Ao escrever O Fim do Começo tinha por objetivo levar os leitores a pensar em questões realmente importantes e que podem ser determinantes para a sua salvação. Mas não queria escrever um livro teórico ou filosófico. Orei muito durante o período de escrita e pedi ao Senhor para abençoar o projeto.

Como resultado, escrevi uma história embasada em profecias bíblicas encontradas nos livros de Daniel e Apocalipse e que aborda questões relacionadas a princípios e valores bíblicos. O livro tem linguagem simples, personagens com perfis variados, pinta cenários de lugares encantadores do Brasil e tem algumas surpresas no enredo.

Graças a Deus tenho recebido inúmeras mensagens de leitores que tiveram a sua vida transformada pela leitura do livro. Louvo a Deus em meu coração por saber que isso é resultado de muita oração.

Dia Nacional do Escritor

O Dia Nacional do Escritor é comemorado nesta segunda-feira, 25 de julho. A data foi criada em 1960 por João Peregrino Júnior e Jorge Amado, para homenagear os escritores brasileiros e a produção literária do Brasil.

A Casa Publicadora Brasileira (CPB), editora cristã fundada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, está há 116 anos no mercado do país e tem hoje a sua sede em Tatuí, São Paulo. É uma das 63 editoras da igreja espalhadas pelo mundo. [Equipe ASN, Silaine Bohry]

 

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