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Mulheres adventistas aprendem a utilizar dons como evangelistas voluntárias

Encontro no Paraná motivou grupo a dar o primeiro passo no evangelismo pessoal.

Tônica do programa foi a consagração para o evangelismo

Tônica do programa foi a consagração para o evangelismo

Cascavel, Paraná … [ASN] No sábado (27) foi realizado na cidade de Cascavel (Paraná) o primeiro Congresso do Ministério da Mulher da Missão Oeste Paranaense (MOPr), sede administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia na região oeste do Paraná.

As mais de 700 mulheres que participaram do programa levaram para suas casas kits evangelísticos, contendo uma bíblia, dois estudos bíblicos e um guia para evangelismo. De acordo com Lory Ciumachevicz de Almeida, colaboradora do programa e recepcionista na MOPr, estes materiais servirão para que as mulheres desta região possam cumprir a missão da Igreja Adventista nas comunidades nas quais estão inseridas. “Nossa missão como Igreja é levar as boas novas do evangelho para todas as pessoas que nos cercam. Acredito que, com esta injeção de ânimo e materiais a disposição de todas, essas mulheres estarão mais preparadas para abreviar a volta de Cristo”, afirma.
A palestrante convidada para evento, Nilda Aquino, missionária voluntária desde 1996, já realizou mais de 100 séries de conferência, “plantando” mais de 60 igrejas Adventistas em diversas partes do país, principalmente na região Nordeste.
Relacionameanto com Cristo – Nilda compartilhou com o público grandes experiências na área evangelística, motivando as mulheres para que possam estabelecer, como parte de um estilo de vida, a pregação do evangelho . Neste contexto a palestrante alerta que, primeiro é necessário nutrir um relacionamento pessoal com Cristo, afinal, “é impossível nos relacionarmos com Deus e não estarmos envolvidas com a Obra de levar o evangelho e vice e versa”, argumenta.
Pode ser que depois de ouvirem diversos testemunhos com milagres e dezenas pessoas batizadas algumas mulheres poderiam pensar que isso jamais aconteceria com elas, pois nada teoricamente teriam a oferecer a Deus como talentos e dons. Quanto a esta objeção Nilda apresentou diversas dicas simples e práticas de como se engajar na missão da igreja, possibilidades que foram desde fazer pães para os vizinhos até organizar cursos para a comunidade na qual está a igreja.
“Uma dica importante para quem deseja se envolver com a missão: Comece. Inicie com aquilo que você sabe fazer e com o tempo o Espírito Santo lhe mostrará novos caminhos”, aconselha a palestrante.
De acordo com Denise Lopes, líder do ministério da mulher na União Sul Brasileira, sede administrativa da Igreja Adventista para região sul do Brasil (USB), e convidada especial para congresso, o ato de trabalhar para Deus proporciona benefícios físicos para a mente e o corpo. “Os dons que Deus tem disponível para cada uma de nós são adequados para nos beneficiar emocionalmente. Ou seja, quanto mais trabalharmos com eles mais nos beneficiaremos, somos curadas e nos tornamos pessoas emocionalmente equilibradas”, explica.
Ter participado do programa é apenas o primeiro passo explica Ildete Zanotelli, líder do Ministério da Mulher na MOPr. “As mulheres desta região se despediram do programa motivadas e equipadas, para que, ao usarem os kits de evangelismo, possam colher bons frutos. E poderemos ver os resultados no mês de outubro quando acontecerá a Semana de colheita do Ministério da Mulher”, relata.
Gilmara Ferberger, membro da Igreja Adventista Palotina (PR) conta que, por vezes sentiu-se incapaz de exercer atividades na igreja, mas as mensagens que ouviu no congresso a fizeram repensar suas prioridades espirituais. “Muitas vezes me senti inferior a outras pessoas, mas agora acredito que Deus tem mostrado que sou capaz”, analisa.
Juliana Moraes de Souza saiu do programa sentindo-se desafiada a cumprir a missão. “Cada vez mais devemos nos envolver na pregação do evangelho para que Cristo nos leve para longe desta terra de dor e sofrimento”, conclui.
Já para a aposentada Deulinda Martins, membro da Igreja Adventista do Jardim Clarito, bairro de Cascavel (PR), estar no programa foi perceber que ela não está só, e que pode contar com outras mulheres principalmente com suas orações. “Recentemente perdi minha mãe e meus filhos estão distantes de mim. Este programa renovou em mim a fé e a certeza de que não estou sozinha. Aqui oramos uma pelas outras e por nossos filhos, estou agradecida a Deus por estes momentos. Reconheço que, se não fosse Jesus, nada faria da minha vida”, finaliza. [Equipe ASN, Carolina Perez]

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