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Luta contra o câncer

Lideres de saúde reunidos no CT de CotiaSão Paulo, SP… [ASN] Neste sábado, 6 de abril, os líderes do Ministério da Saúde de todas as igrejas da Associação Paulistana se reuniram no CT de Cotia para um treinamento. Neste encontro, o maior objetivo foi mostrar que o departamento também pode auxiliar no evangelismo de cada igreja.

Para o pastor José Antonio Kowalczuk, diretor do Ministério da Saúde da Associação Paulistana, o departamento está em pleno crescimento, e estes encontros servem para que as igrejas troquem informações e estratégias de como essa área pode contribuir para a pregação do evangelho.

Umas das ações utilizadas é a chamada Feira de Saúde, onde profissionais da área se reúnem para fazer exames e consultas, entre outras tarefas. Na Igreja Central de Cotia, por exemplo, essa programação já deu resultados. Um fisioterapeuta que ajudou na Feira de Saúde, se interessou pela igreja, recebeu estudos bíblicos, e não só ela, mas também o marido que estava afastado há 15 anos foram batizados.

Falando em saúde, nesta semana temos uma data especial. Na segunda-feira, 7, foi o Dia Mundial do Combate ao Câncer. E para comemorar essa data, não vamos falar sobre os diversos tipos dessa doença, tratamentos ou prevenção. Vamos abordar um assunto que muita gente esquece, o trabalho voluntário. Maria José, voluntária há mais de 20 anos

No Hospital do Câncer de São Paulo existem centenas de voluntários. Pessoas comuns, sem conhecimentos médicos, mas que ajudam no tratamento de pessoas portadoras da doença. Para Maria José Cecoti, voluntária há mais de 20 anos, conta que às vezes os pacientes só querem desabafar, e que isso ajuda e muito essas pessoas muitas vezes desenganadas. “Todo ser humano nasce com a vontade de ajudar os outros. Aqui a gente recebe dos pacientes muito mais do que doamos” afirma Cecoti.

Outra atividade realizada pelos voluntários do hospital é a confecção de próteses de mama para mulheres que foram mastectomizadas. As próteses são feitas sob medida, com peso e tamanho igual a uma mama real. E quem já passou por essa situação sabe da importância, como é o caso da paciente Elinei Sierra, que foi diagnosticada com câncer de mama há um ano e meio. “Quando a gente chega no hospital, chegamos muito fragilizadas, achamos que as coisas só acontecem com a gente, e neste momento os voluntários nos ajudam sem esperar nada em troca” conclui. [Equipe ASN, Augusto Cavalcanti]

 

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