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Jovens adventistas compartilham experiências de serviço e missão

Equipe de Sorocaba, SP…[ASN] No dia 15 de julho, todos os jovens que participaram da missão Calebe da Igreja Adventista na região paulista sudoeste se reuniram no auditório da Igreja Central de Sorocaba para dividir suas experiências e bênçãos. O projeto Missão Calebe começou em 2010 nesta região e houve um crescimento significativo desde então. No primeiro ano, 70 “calebes” arregaçaram as mangas e aceitaram o desafio dededicar 15 dias de suas férias de julho para realizar trabalhos missionários. Em 2011 o número aumentou para 92e este ano, 182 jovens fizeram a diferença na vida de muitas pessoas.

A Associação Paulista Sudoeste (APSo), sede administrativa da Igreja Adventista na região de Sorocaba, acredita neste trabalho e o líder da igreja neste território, pastor Aurelino Ferreira, afirma que é preciso dar mais do que apenas o suporte financeiro, é preciso também estar com eles, sentir as experiências que eles sentiram. “Realmente é uma experiência fenomenal, dignifica e faz crescer o espírito missionário no coração dos nossos jovens. Quem sabe podemos planejar um envolvimento maior de cada setor da APSo, para que cada departamento possa contribuir de alguma maneira, ir lá e ver como está o trabalho desses meninos e meninas. Nós somos muito agradecidos a Deus pelo projeto Calebe”, diz o pastor Aurelino.

Felipe Pereira, de Capivari, conta que encontrou dificuldades em Iaras, mas não desaminou e pretende fazer seu máximo para ajudar a construir uma Igreja Adventista do Sétimo Dia na cidade, pois ainda não há uma. “Iaras é um campo difícil. As pessoas aceitam a visita, aceitam a oração, mas não aceitam o estudo bíblico. Lá,é preciso ser construída uma igreja e nós vamos fazer isso. Se for possívele se a associação apoiar, nós voltaremos em dezembro ou em janeiro em um número maior para continuar o trabalho”, afirmaFelipe.

Em Indaiatuba,jovens que não estavam de férias também dedicaram uma parte do seu tempo para ajudar o próximo, por causa disso, tiveram que sair à noite. Já era 22h00 quando um deles pensou em parar, mas Ana Cieba os incentivou a terminar o que foi planejado. Na primeira casa atendeu uma simpática senhora chamada Cida e os “calebes” explicaram o que estavam fazendo ali. Nas cinco casas seguintes nem foi preciso tocar a campainha, pois antes as portas foram abertas. Cida havia ligado para seus vizinhos e contou que eles iriam receber jovens trazendo esperança. Quando eles chegaram à última casa, o senhor que os recebeu perguntou o que eles precisavam, e os jovens “calebes     disseram que estavam ajudando a reformar a humilde casa de dona Tuca e precisavam de materiais, então o homem doou a tinta. “Nossa felicidade foi única em ver o poder de Deus e sentir que Ele não nos abandona. Precisamos estar dispostos para o serviço e Ele nos capacita”, conta Ana Cieba.

Segundo o pastor José Venefrides, líder dos jovens na Paulista Sudoeste, a Missão Calebe é algo extraordinário e não é apenas a vida das pessoas que esses jovens entraram em contato que são abençoadas, mas eles próprios nunca voltam a ser os mesmos. “A mente se expande e nunca mais ela será do mesmo tamanho, os horizontes se expandem e nunca mais ele voltará a ser o que era. O “calebe” é um jovem que estará comprometido com a igreja e por isso,aquele que nunca participou tem que participar, tem que passar por essa experiência”, convida o pastor Venefrides.

Apesar de ter nascido em um lar adventista e de sempre ter participado ativamente na igreja, Caroline Verano buscava ter um encontro real com Deus, ela queria algo a mais. “Eu nunca tive uma experiência que pudesse falar para todo mundo, então fui ao Calebe com o foco de procurar mais a Deus, de ler mais a Bíblia, de orar mais e eu me aproximei muito de Deus. Ele, antes de querer que nós façamos a Sua vontade na vida das outras pessoas, quer primeiro fazer Sua vontade na nossa vida, foi isso que aconteceu comigo”, revela Caroline.

Para Yohana Pontes, oCalebe representa a transformação de vida para todas as pessoas que participam dele e até para as pessoas que podem ser atingidas após esse período de férias. “Uma amiga minha participou da primeira edição do Calebe e nessa época eu não era adventista. Quando ela voltou, me ofereceu um estudo bíblico e eu comecei a estudar a Bíblia com ela. Em três meses eu me batizei e hoje eu sou adventista. O Calebe transformou tanto a vida dela quanto a minha vida e eu agradeço muito a Deus e ao Calebe por isso. A Missão Calebe não é só nas férias, ele pode ser continuado do mesmo jeito que foi continuado comigo, porque para evangelizar não tem hora”, declara Yohana. [Equipe ASN, Mariana Jósimo]

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