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“Esperança triunfará”, afirma teólogo

Pastor José Carlos Ramos.Analândia, SP… [ASN] Ao falar na terça, 7 de agosto, para líderes de 28 mil adventistas de 81 cidades da região central de São Paulo, o teólogo José Carlos Ramos relembrou tragédias recentes para defender a tese de que a humanidade vive o fim da história. Apesar das calamidades, no entanto, o ex-professor do Seminário Adventista de Teologia em São Paulo afirmou que a esperança triunfará no desfecho dos acontecimentos na Terra. A palestra fez parte da agenda do Concílio Ministerial da Associação Paulista Central, sede adventista para a região central do Estado. O evento acontece de 6 a 9 de agosto, no Acampamento Adventista de Analândia, a 221 km da capital.
Usado pela primeira vez pelo filósofo alemão Friedrich Hegel, no século 19, e popularizado na década de 80 pelo economista neoconservador americano Francis Fukuyama, o termo “Fim da História” define o fim dos processos históricos devido a ascensão do liberalismo econômico, a igualdade jurídica e o amadurecimento da democracia. José Carlos Ramos usou o termo para ilustrar o que a Teologia declara sobre o destino do mundo após os acontecimentos finais marcados por tragédias e calamidades.

Segundo Ramos, o esforço de redenção da humanidade, realizado por Jesus Cristo na província romana da Judeia, por meio da crucifixão e ressurreição, resultou no cumprimento de profecias que apontam para a salvação do ser humano. “Tudo se cumpriu em Cristo. Não há como evitar que tudo se cumpra na História”, afirmou. Para o teólogo, os acontecimentos finais resumem dois lances significativos: tudo se cumpriu em Jesus Cristo; e aquilo que se cumprir na História ocorrerá pelo fato de já ter se cumprido em Cristo.

Para José Carlos Ramos, as calamidades ocorridas nas últimas décadas apontam para a coerência das profecias. Ele citou o tsunami provocado pelo terremoto no Oceano Índico, em 2004, os tremores que destruíram parte do Haiti, em 2010, o sismo que acarretou o tsunami catastrófico na região de Tohoku, no Japão, em 2011, e o acidente nuclear de Fukushima, também no Japão, ocorrido no ano passado. [Equipe ASN – Heron Santana]

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