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Sede sul-americana promove encontro de editores adventistas

Pastores George Knight (dir.) e Alberto Timm no encontro de editores adventistas. Brasília, DF… [ASN] A sede sul-americana adventista, localizada em Brasília, promoveu entre os dias 24 e 27 de setembro um encontro para editores adventistas do Brasil e da Argentina. Após 22 anos, editores da Casa Publicadora Brasileira e da Asociación Casa Editora Sudamericana tiveram a oportunidade de participar novamente do evento, que foi marcado por orientação profissional e espiritual.
De acordo com o pastor Erton Köhler, líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a América do Sul, três motivações foram responsáveis pelo acontecimento: reconhecimento do trabalho dos editores, de uma equipe formada por pessoas integradas e que, cada vez mais, recebe profissionais jovens. O segundo ponto foi oferecer alimento para os editores. “Os editores estão sempre oferecendo muito às pessoas, mas nem sempre recebem na mesma proporção. A intenção da Divisão Sul-Americana foi oferecer um presente aos editores, permitindo ainda que eles entrassem em contato com autores importantes, fonte também de suas pesquisas”, destacou Köhler.

Finalmente, a interação entre os editores das duas editoras: Casa Publicadora Brasileira e Asociación Casa Editora Sudamericana foi o terceiro item. Interagir conteúdo, missão e também idioma é do interesse de ambos os grupos, bem como da Organização Adventista.

Sobre isso, Pablo Ale, redator da Revista Adventista, Conexão JA e Ação Jovem, periódicos em espanhol, da Asociación Casa Editora Sudamericana (ACES), na Argentina, disse: “Um dos aspectos mais relevantes foi o contato com os colegas da Casa Publicadora Brasileira para intercâmbio de ideias e estratégias de trabalho. Os palestrantes também fizeram com que tivéssemos uma noção menos superficial do trabalho do editor”.

Teologia – Com o tema “texto divino no contexto humano”, o concílio de editores da Divisão Sul-Americana contou com uma agenda de atividades e palestrantes surpreendentes. O pastor William Jhonsson, autor da meditação matinal desse ano, foi quem dirigiu o devocional de todas as manhãs. Além de inspirar os editores com suas profundas reflexões, Jhonsson compartilhou sua trajetória como escritor e editor ao longo de muitas décadas.

O Dr. George Knight, especialista em história da igreja, escritor e editor de dezenas de livros, foi outro renomado convidado. De forma entusiasta, Knight fez uma viagem no tempo, propondo lições a partir da experiência de pioneiros da igreja que ousaram viver o ministério da comunicação, na função de editor.

O pastor Alberto Timm, diretor associado do White State e o pastor Wilmar Hirle, diretor associado de publicações, ambos da Associação Geral, sede mundial da Igreja, também palestraram, proporcionando uma perspectiva mais ampla do editor, sujeito a desafios, mas também agente de influência em um mundo globalizado, de contexto multicultural.

Hamilton Terni Costa, consultor em comunicação gráfica, e Rogério Ferraz, gerente de estratégias digitais da Divisão Sul-Americana, apresentaram tendências e estatísticas da comunicação, especialmente do mercado editorial nessa era tecnológica.

Segundo o pastor Diogo Cavalcanti, editor associado do Comentário Bíblico, o evento foi maravilhoso, uma oportunidade de reafirmar a identidade adventista e enxergar o futuro da mesma maneira como os pioneiros fizeram no passado.

Para o pastor Almir Marroni, vice-líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a América do Sul, o evento teve por objetivo motivar os editores, animando-os a prosseguir na tarefa de preparar o mundo para a volta de Cristo por meio da página impressa. “A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece a importância do ministério daqueles que foram chamados e vocacionados por Deus para comunicar a mensagem escrita nos últimos dias da História”, declarou.

Marroni ainda disse que escrever é a arte que Deus estabeleceu para que a verdade seja distinguida no meio dos conceitos errados que formam a cultura de hoje. “Portanto, o editor é chamado por Deus para usar a clareza das palavras, acrescentando o toque da graça salvadora, que é a maior das necessidades do homem”, concluiu. [Equipe ASN – Agatha Lemos com colaboração de Márcia Ebinger]

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