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Batismos e novas igrejas surgem em projeto no Amazonas

 

Águas de rios amazônicos foram palco de decisõesManacapuru, Amazonas … [ASN] Quem planta, colhe, já diria o ditado. Mas, para garantir uma boa colheita é preciso antes avaliar uma série de fatores para um plantio adequado. No Amazonas, falando em termos de crescimento espiritual, o solo referido é a região de Manacapuru. Há cerca de 84 quilômetros da capital amazonense, esse município teve seu solo arado com as análises de campo realizadas pelo departamento de Ministério Pessoal da União Noroeste Brasileira, Sidnei Mendes, em parceria com a Associação Central Amazonas, ACeAM.

Em seguida, plantou-se a mensagem da Igreja Adventista através do evangelismo público que se iniciou no início do mês de março e logo após esse solo foi cultivado pela programação especial de Impacto Esperança e Semana Santa para enfim colher cerca de 500 batismos confirmando, assim, uma etapa do projeto Restaurando o Altar.

O programa de evangelismo de “colheita” aconteceu durante a Semana Santa quando centenas de batismos foram realizados nos distritos de Manacapuru. Além dos batistérios nas igrejas e tanques batismais improvisados, as águas do grande rio Solimões também foram usadas para unir aproximadamente 500 pessoas à Igreja Adventista do Sétimo Dia. Desse movimento, duas novas igrejas foram formadas.

Durante o período de colheita, o trabalho do Espírito Santo foi demonstrado através de acontecimentos marcantes: até mesmo o prefeito de Manacapuru, Ângelo Figueira, foi alcançado. Em um restaurante onde os departamentais da Igreja Adventista no noroeste brasileiro se reuniam houve um encontro casual com o representante maior do município. Devidamente munidos com material evangelísticos, os pastores entregaram ao prefeito e sua comitiva um exemplar do livro A Grande Esperança e um DVD do Pr. Luís Gonçalves. Por já conhecer o trabalho desempenhado pelos adventistas, Figueira comentou que a ação da adventista é muito importante para a sociedade.

Manhã dos remidos – No sábado, 07 de abril, uma cerimônia inédita aconteceu no pátio de um colégio municipal, reunindo 350 pessoas recém-batizadas em um evento chamado Manhã dos Remidos. Esses momentos foram dedicados a envolver os novos conversos apresentando-lhes o programa de jornada espiritual e discipulado, além de explicar-lhes como funciona a organização da igreja.

Diferentes testemunhos de conversões nesse período de Colheita foram apresentados à equipe da Igreja Adventista na região noroeste do Brasil. Uma dessas histórias é a de Maria Tereza, ex-catequista e líder da música na igreja que frequentava. Após receber o convite para assistir o evangelismo na tenda montada em seu bairro, aceitou participar das reuniões e duas semanas após estava decidida a abandonar as crenças e costumes da outra religião, enfrentando inclusive o líder da antiga igreja. No dia do próprio batismo na Igreja Adventista, outro líder religioso foi tentar fazer com que ela mudasse de ideia, oferecendo materiais para que ela pudesse ter uma casa nova caso ela desistisse do batismo. Diante dessa proposta, Tereza respondeu apenas que “minha salvação não será trocada por bens materiais”.

O final da programação da Colheita em Manacapuru foi realizado em um centro de convenções da cidade e reuniu cerca de 700 pessoas que ouviram mensagens musicais com a cantora Etiene Pires e assistiram outras 56 pessoas se entregarem a Jesus em mais uma cerimônia de batismo. [Equipe ASN, Jeane Barboza]

 

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