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Agência humanitária adventista realiza treinamento para situações de emergência

Profissionais de oito países sul-americanos participam de capacitação em Honduras.

Profissionais participam de capacitação oferecida por equipe da ADRA Internacional

Valle de Ángeles, Honduras… [ASN] Com o objetivo de tornar as operações da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) mais efetivas diante de catástrofes, 12 profissionais da organização que atuam em diferentes áreas em oito países da América do Sul participam de uma capacitação em Honduras entre 1º e 13 de setembro. Especializados em responder a emergências de larga escala, eles acompanham o treinamento conduzido por uma equipe da ADRA Internacional.

Em todo o mundo, a Agência responde a desastres como inundações, terremotos e guerras desde o início da década de 1940. Para o diretor da ADRA para a América do Sul, Gunther Wallauer, esta é uma oportunidade para aprender novos conceitos e profissionalizar o trabalho. “Estamos formando uma equipe multidisciplinar para responder a mega desastres e este treinamento é o inicio para, como Agência, ter a capacidade para responder e fazer um bom trabalho”, explica Wallauer.

Rubén Streuli, diretor de programas da ADRA Paraguai, trabalhou socorrendo as vítimas das inundações do Chaco em abril de 2012, quando mais de 17 mil pessoas foram afetadas pelas enchentes. Mais de 3.400 delas foram beneficiadas pelas iniciativas e projetos da instituição no País.

Segundo ele, apesar de ser impossível fazer uma previsão detalhada para uma catástrofe, não é apenas possível, mas preciso preparar-se para estes eventos.  Por isso, as capacitações são essenciais. “São orientações que nos ajudam a compreender a magnitude desta tarefa,” afirma Streuli.

“Existem muitos aspectos para considerar para nossa própria segurança e para sermos mais efetivos em campo. O trabalho em equipe, a coordenação com os colegas e com outras organizações são muito importantes, tanto para projetos de desenvolvimento como para respostas a emergências”, avalia Streuli. [Equipe ASN, Larissa Preuss]

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