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Agência humanitária Adventista beneficia 3.560 famílias nas Filipinas

Comida e água potável são as principais necessidades dos afetados por tufão. ONG adventista atua ali.

Cooperação continua, mas doações ainda ajudam a minimizar efeitos do tufão na região

Cooperação continua, mas doações ainda ajudam a minimizar efeitos do tufão na região

Brasília, DF… [ASN] Equipes da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) nas Filipinas e de diferentes países de sua rede internacional como Nepal, Alemanha, Estados Unidos e Nova Zelândia estão trabalhando para ajudar moradores das Filipinas, país que foi atingido pelo tufão Hayian. Até agora, mais de 3.500 famílias foram beneficiadas pela instituição.

No momento, 11 profissionais da Agência que atuam em diversas áreas já foram enviados para o local, mas é necessária uma troca de pessoal a cada três semanas. “Eu diria que todo esse movimento de resposta inicial vai durar uns dois ou três meses,” calcula o pastor Günther Wallauer, diretor da ADRA para a América do Sul.

Hoje há cinco equipes de duas pessoas nas regiões mais afetadas pelo tufão, fazendo um levantamento de necessidades. Estas informações são importantes para que a ADRA planeje suas futuras intervenções, possa decidir em que área geográfica atuar e também para a escrita dos projetos a serem submetidos aos diferentes instituições doadoras.

“A ADRA necessita manter uma equipe de comunicação, de planificação, de escrita de projetos, de coordenação, de segurança, entre outras para atender toda a demanda de trabalho que neste momento é intensa”, diz Wallauer. Segundo o governo e a realidade notada nas áreas afetadas, a necessidade primária das famílias desabrigadas é comida e água potável.

A ADRA foi a primeira agência humanitária a fazer a distribuição de alimentos. “Outra organização que tem feito parceria conosco, que é a Global Medics, que trabalha com a purificação de água. A ADRA da Alemanha também enviou equipamentos de purificação de água, e já estamos distribuindo água potável para 3,000 pessoas por dia,” explica Wallauer.

Recursos necessários

Depois de atendidas as primeiras necessidades, a segunda etapa será a construção de abrigos temporários. Wallauer aponta que serão necessários materiais como madeira, telhas, pregos, ferramentas e cimento, mas o que mais se necessita são os recursos financeiros para estes projetos. O país se encontra hoje com deficiência de madeira. Antes do tufão, já aconteceram diversos desastres menores no país, que consumiram este material. “Então, a ADRA Internacional com sede nos EUA está mandando um container de madeira, sabendo que vai precisar dela para os seus projetos,” acrescenta.

Foram afetadas 10,3 milhões de pessoas das quais mais de 3.500 famílias estão sendo beneficiadas pelos recursos da ADRA, que está atuando no Norte da Ilha de Sebo. A distribuição de alimentos vai acabar no dia 20 de novembro, mas o diretor da ADRA para a América do Sul tranquiliza: “Enquanto houver necessidade, é nosso compromisso, como agência humanitária, continuaremos a atender esta emergência”, garante.

Para ajudar os filipinos afetados basta fazer um depósito de qualquer valor monetário na conta disponibilizada pela ADRA Brasil. Estas doações ainda podem ser feitas pelo site http://adra.org.br/sos-filipinas/ [Equipe ASN, Alynne Grellmann]

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