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Adventistas no sul do Brasil realizam ações contra a violência doméstica

Passeatas marcaram a necessidade de consciência da comunidadePorto-Alegre, RS … [ASN] Jovens e adultos estiveram reunidos na tarde de sábado, 27 de outubro, no centro do município de Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul, para uma mobilização em combate à violência doméstica. A iniciativa fez parte do projeto “Quebrando o Silêncio”, da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que promove ações contra a violência na família, escola e comunidade.

A primeira parte das ações contou com a participação da banda marcial do clube de Desbravadores Voluntários do Rei, seguida pela apresentação do projeto pela coordenadora regional do Ministério da Mulher, Fernanda Barros. As diretoras do mesmo departamento para as igrejas locais também estiveram no evento.

Em seguida, a advogada Beatriz de Almeida atentou rapidamente para algumas orientações sobre o tema. “A violência vai desde chutes, pontapés, beliscões, empurrões e até o abandono material. Isso pode acontecer na escola, no trabalho, em vários locais”, explicou Beatriz.

Para tornar o conteúdo mais ilustrativo, duas encenações envolvendo o tema do bullying e da violência doméstica foram apresentadas por um grupo de jovens. Na segunda parte da mobilização, crianças, jovens e adultos caminharam pelas ruas de Sapucaia do Sul carregando faixas de protesto a violência no compasso da banda marcial. Enquanto a Brigada Militar dava cobertura, os participantes tratavam de entregar revistas e panfletos de conscientização sobre como combater a violência nas diferentes faixas etárias.

O som dos instrumentos atraiu muitas pessoas que transitavam pelo centro do município. Uma delas, a funcionária pública Sônia Ourique, considera uma iniciativa relevante para a sociedade. “É importante que a gente também se una nessa questão. Talvez num momento desses, as pessoas comecem a refletir”, destaca a funcionária pública, Sônia Ourique.

Solange Portal, diretora do Ministério da Mulher para a Igreja Central de Sapucaia do Sul, ressalta que a violência não atinge apenas mulheres, e que diversos tipos de pessoas precisam de ajuda. “Não só elas, como crianças, idosos e até mesmo homens, são espancados por outras pessoas. Precisamos ajudar essas vítimas, dar o nosso apoio, como igreja e fazer com que isto seja denunciado, levado as autoridades para que busquem um reforço superior”, enfatiza. [Equipe ASN, Willian Vieira]

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